Já pensou em ter a uma biblioteca pessoal, com títulos de seu interesse, e sem custos adicionais além dos que você já possui com a internet banda larga?

Criticas e vantagens já foram apontadas. Hipóteses que envolvem o futuro desta cultura já foram profetizadas. Ainda se fala a respeito da dificuldade de acesso e o alto custo dos computadores, da leitura cansativa, do grau de dispersão do texto na tela do monitor. Mas a final quem tem interesse em ficar de olhos grudados na tela de um computador? Alguém já se fez essa pergunta? Será só uma questão de costume ou gosto pessoal?
O custo das tecnologias que facilitam o acesso aos livros virtuais, como os notebooks, por exemplo, estão equiparados aos dos desktops, hoje é possível comprar um bom computador portátil em aproximadamente 10 vezes sem juros de R$ 120,00 no cartão, outro custo que pesa nesta discussão é que na forma tradicional de registrar e obter informações em papel, um estudante gasta com livros e apostilas didáticas, e ainda com os materiais de anotação como: cadernos, lápis, folhas, mochilas e uma série de necessidades criadas em torno da vida estudantil. (sem falar no fato de organizar e guardar tudo isso)
O governo federal está de olho nestes valores, e tem levado o ensino superior a distância para todo o interior. Nesta modalidade de ensino já se descobriu o caminho do baixo custo. Disponibilizar materiais e livros via Internet, tem sido uma alternativa concreta das universidades, colaborado com o fortalecimento dessa cultura.
Outro aspecto envolvendo o custo dos livros virtuais é o da produção. Editoras como a Papel Virtual, editora de livros no formato “pdf” afirma que em torno de 40 mil autores têm seus livros devolvidos pelas editoras tradicionais e nesta forma alternativa de edição, encontram uma chance de difusão de suas obras. E conseqüentemente os leitores são privilegiados pelo baixo custo de aquisição.Fontes:
http://noexpresso2222.blogspot.com/2007/10/livros-de-comunicao-em-formato-pdf.html
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