segunda-feira, 23 de março de 2009

Construção da pauta: Retrospectiva

Olá colegas
Estou postando aqui as sugestões levantadas até agora para a pauta de rádio.
Façam os comentários abaixo e sugiram novas alternativas, conforme combinado.

Retrospectiva do que não aconteceu;
Retrospectiva da comunicação social em Frederico e região;
Criação do CESNORS;
Relações trabalhistas;
Retrospectiva de inserção digital (focado na história de personagens da região)
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Algumas especulações definidas em conjunto:
a comunicação social em frederico e região.
O desenvolvimento dos meios de comunicação na região
o processo social da comunicação em frederico e região
retrospectiva do acesso aos meios de comunicação dos habitantes de fw e rg.
comunicar em frederico e região.
retrospectiva: a comunicação no médio e alto Uruguai.

A mais votada: Retrospectiva: A relação dos meios de comunicação com a sociedade fw.
Jornal, rádio, TV, internet, cinema (telefone, celular e mail)
por data e fatos mais importantes.
por década
tipo de veículo e cronológico.

Definições:
Proposta de uma retrospectiva cronológica para dar dinamismo. Por década.
Nossa missão: fazer uma pauta para definir fontes;
pesquisa bibliográfica;
meios extintos etc...   
Reunião segunda

domingo, 13 de julho de 2008

Mano Al - Antropofagia

MANO AL ASSINA MAIS UM RAP NO PARALELO 27.




Depois da composição do Rap do Fred, feita em protesto as condições do transporte coletivo em Frederico Westphalen, Álvaro Silva mostrou a cara no palco do Paralelo 27, levou críticas, aplausos, mas acima de tudo, assinou mais um Rap que leva o título: Antropofagia.

Alunos e professores de jornalismo do Cesnors aproveitaram os dias finais do primeiro semestre de 2008 para integrar-se em torno da arte. Afinal, as 16 apresentações que foram ao palco do auditório 172, do CAFW (Colégio Agrícola de Frederico Westphalen), é a oportunidade dos acadêmicos mostrarem seus potenciais de comunicação.

Das frases que ecoaram na segunda edição do Paralelo 27, dia 09 de julho, destaco a composição do Mano AL, que em forma de Rap e em tom de protesto, soltou o verbo no palco: “– Me mostre os seus textos. Eles falam do que mesmo? Das Festas da redondeza, ou das histórias de pobreza... Mas covardia é só o que vejo, enquanto você grava essa sonora a pauta verdadeira vai embora. E o que sobra é um beijo de Judas, mas de mim, não espere um tapa de luvas.”

Esse foi o tom do discurso que recebeu o acompanhamento rítmico do professor Luis Fernando. Simultâneo ao rap passava uma seleção de fotos ilustrativas no telão. Álvaro afirmou que estamos condicionados a pautas sugeridas pelo sistema e necessitamos lançar um olhar mais profundo para captar aquilo que está à margem da sociedade e necessita ser mostrado: “Fiz esse rap pensando naquelas pessoas que não são retratadas pela mídia. Durante minha apresentação mostrei algumas fotos que tirei de uma catadora de lixo e seu filho. São essas pessoas que merecem ser retratadas. Porém, o que eu vejo é que nós (me incluo nessa parcela), falamos em nossas reportagens sobre o que é mais fácil de falar e mais acessível, pois que organizador de festa não gostaria de ver o seu evento retratado na mídia local.”

O “feedback” do evento pode ser conferido na comunidade do jornalismo do Cesnors no Orkut, onde os membros formulam suas opiniões sobre as apresentações ocorridas no evento. Elogios e incentivos rasgados e de caras limpas. Porém gostaria de destacar que um integrante da comunidade deixou uma opinião justamente sobre o objeto desta matéria, que diz o seguinte: “- Tirando o Mano Al, todos estão e parabéns!”

Recortar os eventos da sociedade e repercutir nas mídias aplicando as teorias de sociologia, ética e imparcialidade e outros tantas do currículo, é tarefa que demanda esforço e mente aberta. Alguns demonstram potencial, porém ao entrar em contato com aquela critica anônima ao Álvaro, é possível perceber que existem outros que enredados em seu pequeno mundo, não estão acompanhando o valioso aprendizado que os mestres e doutores do CESNORS estão ensinando.


Nesta oportunidade lembro-me da letra da música Blues Piedade, do compositor e interprete Cazuza: “Agora eu vou cantar pros miseráveis, que vagam pelo mundo derrotados...” Pra quem “...vive contando dinheiro e não muda quando é lua cheia. Pra quem não sabe amar, fica esperando alguém que caiba no seu sonho, como varizes que vão aumentando, como insetos em volta da lâmpada. Vamos pedir piedade! Senhor piedade pra essa gente careta e covarde. Vamos pedir piedade! Senhor, piedade, lhes dê grandeza e um pouco de coragem. Quero cantar, só para as pessoas fracas, que estão no mundo e perderam a viagem, quero cantar os blues com o pastor e o bumbo na praça.”


O Rape do Mano AL carrega características dignas de aplauso, como ritmo e poesia, marcas relevantes do Rap que deu voz aos pobres e negros (jamaicanos) de Nova Iorque.


Se a crítica viesse pelo fato de não valorizar um ritmo genuinamente brasileiro ou por usar um vocabulário muito limpo sem gírias, até compreenderia, e seria possível inferir que esse aluno é um conhecedor das vertentes musicais que fluem pelo mundo.


Afinal esse anônimo poderia ter participado da aula de jornalismo cultural, ministrada pelo professor Luiz Fernando Rabelo, e estaria habilitado a criticar a vontade. Porém, a crítica não apresenta “data e nem hora certa”. Alias, se tivesse aprendido alguma coisa, por certo faria questão de assinar a matéria.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Que música você escuta?

Quais são as tuas preferências musicais?

Pense...

Quais os elementos que deve conter uma música para fazer parte do teu gosto pessoal?

Imaginou....

Ha muito tempo escutei, em um destes vídeos educativos, que a música é a expressão cultural de um povo. Palavras armazenadas em minhas gavetas mentais, e que se abrem ao escutar determinadas manifestações musicais.

Se a música é a expressão de um povo, o que andamos escutando e produzindo?

Ligue o rádio e de o seu palpite.

Mas afinal que música você escuta?

Por certo, direta ou indiretamente, engrossamos esse caldo!

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Link Interessante

Pesquisadores blogeiros:
http://monitorando.wordpress.com/2007/07/30/lista-de-pesquisadores-blogueiros/
http://cacalinks.wordpress.com/category/livros/
http://vhost.oddcast.com/vhost_minisite/demos/tts/tts_example.html
http://www.lastfm.com.br/
AntoMarcos313131
CUSTO BENEFÍCIO DOS LIVROS VIRTUAIS

Já pensou em ter a uma biblioteca pessoal, com títulos de seu interesse, e sem custos adicionais além dos que você já possui com a internet banda larga?

Uma boa busca pela Internet garante a posse de bons títulos em formatos digitais. Disputas a parte é bem atraente essa possibilidade, o que torna mais viável a idéia são algumas ferramentas e aspectos técnicos atualmente disponíveis como: os computadores portáteis, a criação de blogs e comunidades para troca de informação, a criação dos ambientes virtuais da modalidade de Ensino a Distância. Fatores que estão colaborando para essa cena e influenciando no modo de vida dos estudantes da contemporaneidade.

Criticas e vantagens já foram apontadas. Hipóteses que envolvem o futuro desta cultura já foram profetizadas. Ainda se fala a respeito da dificuldade de acesso e o alto custo dos computadores, da leitura cansativa, do grau de dispersão do texto na tela do monitor. Mas a final quem tem interesse em ficar de olhos grudados na tela de um computador? Alguém já se fez essa pergunta? Será só uma questão de costume ou gosto pessoal?

Em qualquer escolha feita na vida estamos sujeitos as vantagens e desvantagens da opção. Quais serão as vantagens e desvantagens dos livros virtuais? O que é mais caro: o sistema tradicional de folhas de papeis ou um sistema digital? Já é possível realizar alguns cálculos para essa escolha.

O custo das tecnologias que facilitam o acesso aos livros virtuais, como os notebooks, por exemplo, estão equiparados aos dos desktops, hoje é possível comprar um bom computador portátil em aproximadamente 10 vezes sem juros de R$ 120,00 no cartão, outro custo que pesa nesta discussão é que na forma tradicional de registrar e obter informações em papel, um estudante gasta com livros e apostilas didáticas, e ainda com os materiais de anotação como: cadernos, lápis, folhas, mochilas e uma série de necessidades criadas em torno da vida estudantil. (sem falar no fato de organizar e guardar tudo isso)

O governo federal está de olho nestes valores, e tem levado o ensino superior a distância para todo o interior. Nesta modalidade de ensino já se descobriu o caminho do baixo custo. Disponibilizar materiais e livros via Internet, tem sido uma alternativa concreta das universidades, colaborado com o fortalecimento dessa cultura.

Além disso, se fortalecem as comunidades de troca de informação sobre os Livros Virtuais, e surgem inúmeros sites disponíveis na rede. Encontramos a disposição dos interessados livros no formato pdf. No Orkut essas comunidades são facilmente identificadas, e ali, os internautas apontam caminhos para a obtenção de livros nos mais diversos assuntos. Logo acontecerá com a indústria gráfica o que a da música esta passando com as trocas de arquivos em MP3.

Outro aspecto envolvendo o custo dos livros virtuais é o da produção. Editoras como a Papel Virtual, editora de livros no formato “pdf” afirma que em torno de 40 mil autores têm seus livros devolvidos pelas editoras tradicionais e nesta forma alternativa de edição, encontram uma chance de difusão de suas obras. E conseqüentemente os leitores são privilegiados pelo baixo custo de aquisição.

Em meio a tanta discussão ambiental a pergunta básica é quem pode ter o luxo de manusear o livro de celulose. Com o passar do tempo levar seu Notebook para a sala de aula será sinônimo de simplicidade e necessidade de sobrevivência.
Não deixe de usar a ferramenta do Google - Pesquisa de Livros.

(Em tempos contemporâneos onde paradigmas são quebrados com maior rapidez o exercício de despir-se de preconceitos e adotar novas rotinas é fundamental. Uma revolução tecnológica é assistida por todos, e literalmente assistida, algumas vezes não é assimilada e nem adotada por boa parte dos indivíduos. As livrarias virtuais estão por ai, e o presente é o futuro do ontem.)

Fontes:
http://noexpresso2222.blogspot.com/2007/10/livros-de-comunicao-em-formato-pdf.html
mais postagem a baixo...

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Tema Livre - Levantamento feito a partir do Orkut

Livros Digitais - Ebooks

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=19457985


Google
http://www.coladaweb.com/completos.htm

http://www.ebookcult.com.br/

http://www.estado.com.br/editorias/2006/06/11/cad-1.93.2.20060611.9.1.xml

http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112001/09112001-16.shl

http://www.autoresvirtuais.com.br/faq.html

http://www.papelvirtual.com.br/sitenovo/institucional/faq.asp

http://www.educacaoadistanciajk.com.br/bibliotecas.asp

quarta-feira, 4 de junho de 2008

O RECESSO DOS LOS HERMANOS

O RECESSO DOS LOS HERMANOS E O “NEM TANTO DISCO SOLO” DE CAMELO

Desde que a banda carioca Los Hermanos iniciou sua trajetória em 1999 o vocalista Marcelo Camelo se destacou por suas composições, seus primeiros hits como Ana Julia e Primavera retiraram o acadêmico de jornalismo da sua rotina e para atender os compromissos da banda Camelo trancou seu curso no oitavo semestre. Apesar da carreira meteórica, que dava pistas de mais uma banda de Pop-Rock projetada pela mídia, suas composições sempre foram elogiadas pela coerência musical e textual, sendo gravadas por nomes como Maria Rita, Ney Matogrosso, Roberta Sá e outros.

Marcelo Camelo através de suas entrevistas não demonstra preocupação com os formalismos e caminhos da indústria fonográfica. Talvez pela sua formação no jornalismo ele tenha uma visão futurista em relação esse assunto. Em entrevista concedida para officina.digi.com ele afirma que “A situação é complicada de tal maneira que parece preceder alguma mudança de paradigma. É evidente que alguma coisa está para acontecer no mercado fonográfico. A venda de disco em bancas é um bom indicador. O computador começa a democratizar o processo de gravação. A internet começa a democratizar o processo de divulgação. Acho que em pouco tempo a pergunta vai ser: será que bandas como o Los Hermanos ainda vão querer gravadoras?”

Depois de emplacar quatro álbuns de sucessos na formação dos Los hemanos Camelo disponibilizou no No MySpace duas músicas de seu novo trabalho. Sabe-se que o artista está trabalhando para a produção desta obra solo, que nem é tão solo assim, pois, contará com a participação de vários artistas como: Dominguinhos, Clara Sverner, Domenico Lancellotti e o grupo paulistano Hurtmold.

Apesar dos estardalhaços característicos das publicações que noticiam as dissoluções das grandes bandas, Los Hermanos anuncia um recesso sem previsão de retorno, segundo os integrantes da banda, movida por interesses individuais. E nas palavras do Marcelo, quanto a especulações de separação definitiva, ou não, ele afirma: “Definitivo é uma data determinada, né? A gente está num recesso por tempo indeterminado. Acho que cada um vê de um jeito. Pra gente é claro o que é. Mesmo sendo um coisa turva, é claro que é um recesso por tempo indeterminado, sacou? A gente vai voltar quando a gente estiver afim.”

E para finalizar, uma frase do cara:

"...eu sou só um você
que você não quis
e querer é coisa tão pequena
que só não sou você por um triz."

Assista o Clip do Los Hermanos: Todo carnaval tem seu fim
Baixe o último CD dos Los Hemanos - 4 (quatro) (2006- )
clic: http://www.badongo.com/pt/file/1043207 - Senha: slcaranova
Referências: